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A história do Karate Kyokushin Oyama PDF Imprimir E-mail

No ano de 1962, Isobe abriu o primeiro "dojo" de Kyokushin no Brasil (Federação Paulista de Karate Kyokushin Oyama, 2005b). Durante o ano de 1963, Oyama viajou pela Europa, Estados Unidos e América do Sul, para promover o Karate Kyokushin, para comemorar o inicio construção da nova sede do Karate Kyokushin, (IKO Kyokushinkaikan Official Website, 2004).

Segundo Garcia (2003), em 1966 Oyama envia Shigeru Oyama para os Estados Unidos, em 1967 Sato é enviado para Austrália. Em 1969, foram criadas as federações da África e do sudeste da Ásia (Oriente Médio). Já no ano de 1975 foi criada a Organização Européia de Kyokushin (EKO), cujo primeiro presidente foi Loek Hollander (atualmente 8º dan), que assim como Bluming, foi um dos maiores divulgadores do estilo na Europa (Garcia, 2003).

Segundo Isobe (2005) em 1975, nos dias 1º, 2 e 3 de novembro, foi realizado o primeiro Campeonato Mundial, no qual sagrou-se campeão Katsuaki Sato, e em segundo lugar ficou Hatsuo Royama.

Também de acordo com Isobe (2005) o segundo campeonato mundial foi realizado em 23, 24 e 25 de novembro de 1979, neste campeonato sagrou-se campeão Makoto Nakamura e em segundo lugar ficou Keiji Sanpei.

Em 20, 21 e 22 de janeiro de 1984, foi realizado o terceiro campeonato mundial, o qual teve o mesmo resultado do campeonato anterior, com Akiyoshi Matsui em terceiro lugar e o brasileiro Ademir da Costa em quarto, sendo ele o primeiro brasileiro a ter destaque em competições internacionais (Isobe, 2005).

Isobe (2005) coloca que no quanto campeonato mundial, que ocorreu em 6, 7 e 8 de novembro de 1987, e Akiyoshi Matsui foi o grande campeão (e mais tarde veio a tornar-se o sucessor de Oyama na direção da International Karate Organization) e Andy Hug ficou em segundo lugar. O brasileiro Ademir da Costa ficou em quinto lugar.

Em 1991, foi realizado o quinto campeonato mundial, nos dias 2, 3 e 4 de novembro em Tokyo. Kenji Midori foi o campeão e Akira Masuda, ficou em segundo lugar. Segundo Isobe (2005), o brasileiro Francisco Alves Filho recebeu o premio "Fighting Spirit", pelas árduas lutas que teve e obteve vitória, e mesmo na luta em que perdeu demonstrou muita garra.

No sexto campeonato mundial (o primeiro após a morte de Oyama e a criação de novas facções do Kyokushin), realizado em 3, 4, 5 de novembro de 1995, Kenji Yamaki sagrou-se campeão, Hajime Kazumi ficou em segundo, o brasileiro Francisco Alves Filho em terceiro. Outros brasileiros que obtiveram ótimos resultados foram: Luciano Basile e Glaube Feitosa, sétimo e oitavo lugares respectivamente (Isobe, 2005).

Segundo Isobe (2005), o melhor resultado obtido por um lutador não japonês em mundial foi obtido no sétimo campeonato mundial, realizado em 3, 4 e 5 de novembro de 1999. Neste campeonato Francisco Alves Filho sagrou-se campeão mundial ao derrotar Hajime Kazumi na final, outro brasileiro que obteve posição de destaque foi novamente Glaube Feitosa, desta vez ficando com a quarta colocação.

O último campeonato mundial foi realizado em 1, 2, e 3 de novembro de 2003, e nele Hitoshi Kiyama recuperou o orgulho japonês ao levar o título mundial novamente para o Japão ao derrotar Sergey Plekhanov, da Rússia na final. Os brasileiros Ewerton Teixeira e Glaube Feitosa terminaram o campeonato na terceira e quarta posições respectivamente (Isobe, 2005).

Segundo Lorden (2000), com a morte de Oyama em 1994, muitos dos membros do comitê internacional não aceitaram a carta-testamento deixada por ele, na qual indicava o nome de Akiyoshi Matsui como seu sucessor, e dessa forma criaram suas próprias International Karate Organizations (IKO-2 sob a responsabilidade de Kenji Midori, IKO-3 sob a responsabilidade de Yoshikazu Matsushima e IKO-4 sob a responsabilidade de Toru Tezuka).

Chegou a ser sugerido por Rogers, citado por Bluming (2005), que Oyama havia criado este tumulto para que o Karate Kyokushin não sobrevivesse a sua morte. Atualmente o Karate Kyokushin Oyama (IKO-1) está presente em mais de 140 paises, tendo mais de um milhão de adeptos em atividade (Fighter in the Wind, 2004). Sendo que mais de 200.000 desses adeptos estão localizados na Rússia, 65.000 no Japão e apenas 5.000 no Brasil (Isobe, 2005).



 
 

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